Grupo Contra o Preconceito realiza ação de prevenção e entrega de peixes

Mais de 50 famílias de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) e comunidade carente receberam hoje, 16, entre 2 kg de corvina inteira congelada em embalagens plásticas distribuídas pela a ONG Grupo Contra o Preconceito em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDES). A entrega do pescado se iniciou logo às 14 horas, mediante a apresentação da lista de pessoas inscritas com antecedência pela ONG, sendo que a SEDES iniciou a entrega pela parte da manhã.

"A avaliação é positiva e a logística de distribuição funcionou bem entregando a todos na sede da instituição. Além de entregamos o peixe cedido pela SEDES também fizemos prevenção entregando preservativos(camisinhas) e materiais informativos falando sobre a prevenção as DST/AIDS para uma Semana Santa de fatura e proteção", disse Rafael Myranda, que fez um agradecimento especial aos voluntários da ONG que ajudaram na distribuição do pescado.

Já a Yalaxé Rosa Maria Moreno, Mãe Rosa do Terreiro ILÊ ASÉ OBÁ KÒSÒ LOKÈ OMI, estava feliz  pela parceria entre o Terreiro e o Grupo Contra o Preconceito para a entrega do peixe. "Está ótimo essa ação social e de prevenção na minha casa (Terreiro) recebo muita gente", contou.

A entrega finalizou por volta das 17 horas, tendo alcançado o objetivo de entregar todos os peixes e os preservativos aos LGBT e a comunidade local.

Grupo Contra o Preconceito pede Audiência com Prefeito para discurtir sobre Coordenação Municipal LGBT

 
Ao: Exmo. Sr. Eduardo Alencar
 
Prefeito do Município de Simões Filho
 
Assunto: Solicitação de Audiência
 
Senhor Prefeito:
 
O Grupo Contra o Preconceito – GCP, uma instituição filantrópica sem fins lucrativos que há três anos atua nesse município na promoção a cidadania plena da população LGBT e na luta contra as DST/AIDS.
 
Neste sentido, vimos acompanhando e participando – especialmente desde 2008 – das iniciativas governamentais nacionais e locais para efetivar políticas públicas afirmativas para a população LGBT.
 
Este processo foi desencadeado pela convocação presidencial e realização da I Conferência Nacional LGBT em junho de 2008. Assim como as demais Conferências temáticas, a Conferência Nacional LGBT foi precedida de etapas municipais e estaduais.
 
Entre as deliberações aprovadas pela Conferência LGBT está à criação do chamado “Tripé da Cidadania LGBT”.
 
O Tripé se refere a:
 
· O Plano Municipal de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT:
 
· O Conselho Municipal LGBT:
 
· A Coordenação LGBT, sendo parte da estrutura formal do Governo Municipal.
 
Neste sentido, com base em decisão de reunião ordinaria do Grupo Contra o Preconceito realizada em 08 de março do corrente ano, gostaríamos de solicitar a possibilidade de uma audiência com o senhor para discutir a Criação de uma Coordenação Municipal LGBT e questões relacionadas ao segmento LGBT.
 
Fonte: GCP


Caso raro de transmissão de HIV entre mulheres é divulgado nos EUA



Um caso raro de possível transmissão do vírus HIV entre mulheres foi anunciado na última
quinta-feira (13) por autoridades de saúde dos Estados Unidos. Uma mulher, de 46 anos “provavelmente adquiriu” o vírus da Imunodeficiência Humana em uma relação sexual com
sua parceira, portadora do HIV, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC,
 na sigla em inglês).

A paciente, que não teve o nome revelado, já teve relações heterossexuais anteriormente, mas não
 nos dez anos anteriores à infecção. Sua companheira, que tem 43 anos e foi diagnosticada em 2008, foi sua única parceira sexual nos seis meses antes do teste positivo do vírus causador da Aids.

A mulher não apresentou nenhum dos outros fatores de risco, como drogas injetadas através de agulha, transplante de órgão, acupuntura, ou sexo desprotegido com mais de um parceiro. Além disso, o vírus tinha 98% de semelhança genética com o de sua parceira, divulgou o CDC em seu relatório semanal.

O casal disse não ter recebido informações sobre práticas de sexo seguro e contou que mantém relações sem proteção rotineiramente. “Elas descreveram seu contato sexual como algumas vezes intenso, chegando a levar ao sangramento de uma delas”, explica o texto do CDC.

“Elas também informaram terem sexo sem proteção durante seu período de menstruação”, completou a nota.

A mulher infectada desde 2008 tinha recebido prescrição de medicamentos antirretrovirais em 2009, mas parou de tomá-los em novembro de 2010.

Segundo o CDC, apesar de casos como esse serem raros, “transmissão entre mulheres são possíveis porque o HIV pode ser encontrado no líquido vaginal e no sangue da menstruação”.

O instituto reforçou que pessoas com HIV precisam ficar sob atenção médica e fazer uso dos remédios prescritos, para reduzir o risco de infectar o parceiro.

Poucas ocorrências desse tipo já foram documentadas, e a confirmação “tem sido difícil pelo fato de outros fatores de risco quase sempre estarem presentes, ou de ser impossível eliminá-los”, informou o CDC.

Do Bem Estar